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She Hate Me (she hates me? Não?) 18 Lésbicas e 1 Heterossexual
O novo filme do Spike Lee, aparentemente já com dois anos de existência (não percebo este fenomeno em portugal, ou os filmes não passam ou demoram eternidades a cá chegar).
Uma caricatura aos estereótipos, uma comédia inteligente mas é pena que com um leve fundo moralista. Um filme sem pruridos onde há beijos a sério entre gajas e cenas de sexo. Um filme essencialmente americano de crítica ao governo americano, à hipocrisia da sociedade americana que foi feito nas vésperas das eleições americanas e tentava de algum modo influênciar a tendência de voto dos americanos. É mesmo um filme do Spike Lee onde as questões do racismo estão sempre presentes durante todo o argumento. Este filme aborda questões muito interessantes como: a adopção por casais homossexuais, os novos modelos de família, os bancos de esperma, os lucros das grandes farmacêuticas versus saude publica, watergates e afins-glorificação da corrupção (escândalos de corrupção), objectos sexuais homem/mulher e a mafia italiana. As lésbicas aqui representadas são lésbicas ricas, mulheres de sucesso, boas e jeitosas (dum modo geral) mas não me chocou este estereótipo aqui utilizado em prol da descontrução de outros. A principio pareceu-me que poderia ser perigoso este jogo de clichés e estereótipos durante todo o filme mas o resultado mostra-nos uma boa tentativa de descontrução de todos eles.
1 Comments:
Pequenos Nadas, daqui, de um ciber café do Bairro, na madrugada, dentro da noite veloz, o tempo, esse, não passa. Às vezes penso em Gullar, o poeta da minha terra, e concluo que a noite nos trópicos é mais rápida... Mas não, eu estou aqui, num ciber, do Bairro, e a noite... essa não me parece veloz. SIM, podemos nos encontar no dia em que tu quiseres. Love, Oscar
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